Com vista a apoiar as populações afectadas pelas cheias que assolam várias regiões do país, com particular incidência na província de Gaza, onde milhares de famílias enfrentam perdas significativas e condições de extrema vulnerabilidade, o Moza Banco iniciou um Movimento de Solidariedade e manifesta abertura para receber toda a ajuda possível.
Sendo um Banco que é parte da comunidade, o Moza partilha da dor enfrentada por todos os moçambicanos afectados e por isso está a mobilizar esforços internos e externos para recolher e doar fundos, alimentos não perecíveis, produtos de higiene e todos os bens considerados essenciais neste momento de emergência humanitária.
Enquanto recolhe bens junto de colaboradores e parceiros, em todo o país, o Banco, em parceria com as autoridades locais e centrais, identificou quatro distritos em situação crítica na província de Gaza, nomeadamente Chicualacuala, Chigubo, Guijá e Mapai, que deverão beneficiar, ainda esta semana, dos esforços desta campanha de mobilização de recursos.
“Todos os nossos colaboradores estão envolvidos nesta campanha e o próprio Banco mobilizou fundos para adquirir bens diversos e garantir que também responde a este chamado da nação. Não vamos abandonar o povo moçambicano neste momento tão sensível”, asseverou o Presidente da Comissão Executiva (PCE) do Moza Banco, Manuel Soares.
Embora Gaza seja a grande prioridade, neste momento, o Moza não está indiferente à situação calamitosa enfrentada por algumas populações da Província de Maputo. Assim, em colaboração com outros parceiros, o Banco está a mobilizar-se para juntar o máximo de bens e valores possíveis para garantir que as vítimas das cheias, em Maputo, também tenham apoio.
“Queremos apoiar, principalmente, as famílias que estão nos vários centros de acolhimento e que padecem de quase tudo neste momento. Estamos sensibilizados com a situação que se vive no terreno, sobretudo a nível do distrito de Boane onde o transbordo de alguns rios e canais hidrográficos causou inundações que semearam muita dor no seio das famílias”, acrescentou o PCE.
Com esta iniciativa, o Moza Banco coloca em prática um dos seus valores basilares, nomeadamente a Resiliência junto do povo, reafirmando o seu compromisso com as comunidades e com a solidariedade activa, como sendo princípio fundamental para a manifestação da empatia e contribuição para a reposição gradual da dignidade, da segurança e da esperança das populações atingidas pelas cheias.
Mais de uma centena de crianças das três regiões do país beneficiaram, recentemente, de produtos alimentares, brinquedos e outros bens doados, recentemente, pelo Moza, no âmbito das acções levadas a cabo para providenciar um Natal condigno aos mais necessitados.
Tendo tido o seu epicentro na região sul do país, a acção denominada Natal Solidário, abrangeu também o Orfanato Provincial de BETEL, em Nampula e o Orfanato Melanie, na cidade da Beira.
No sul, o Banco visitou duas unidades sanitárias, nomeadamente o Hospital Rural de Quissico, em Inhambane, e o Hospital Provincial da Matola, ponto central das celebrações do Natal Solidário.
Na matola, mais de 70 crianças internadas na pediatria daquela unidade sanitária, por diversas patologias, beneficiaram de uma manhã especial, tendo recebido brinquedos, produtos alimentares e confraternizado com os colaboradores do Banco durante um lanche preparado para a ocasião.
Na mesma "festa", o Membro da Comissão Executiva do Moza Banco, Jaime Joaquim, esclareceu o significado do Natal Solidário para a família Moza, sublinhando que "é, acima de tudo, um período de partilha, de esperança e de amor. São estes pequenos gestos que nos ajudam a construir um grande Natal, mais humano e mais solidário".
Em nome das crianças, dos pais e do Hospital Provincial da Matola, no geral, a Directora da unidade sanitária, Ana Rodrigues, afirmou que "a iniciativa do Moza vai muito além da entrega de brindes, simbolizando proximidade, empatia e compromisso com o bem-estar da população", destacando ainda a necessidade de reforçar as parcerias interinstitucionais entre a saúde e o sector privado, visando a promoção de uma sociedade mais justa e solidária.
Para a família Moza, só com gestos de solidariedade e amor ao próximo é que é possível celebrar uma quadra festiva harmoniosa e alegre, fazendo com que os moçambicanos possam Ganhar Juntos, mesmo nos períodos em que obstáculos parecem minar o alcance dos objectivos individuais e colectivos.
O Moza Banco manifesta abertura para trabalhar com o Estado e outras instituições financeiras com vista a permitir a implementação de estratégias que facilitem a inovação, inclusão e uma maior abrangência dos serviços bancários em Moçambique.
O posicionamento foi publicamente reafirmado, esta quarta-feira, em Maputo, na Conferência BFSI - Mozambique Banking Financial and Insurence, que este ano é realizada sob o mote: Transformação Digital e Ecossistema Financeiro Interoperável.
Convidado a participar do painel “Papel das carteiras electrónicas, plataformas de pagamento, seguros, fundos de pensão e instrumentos de crédito digital no reforço da inclusão económica e na redução da informalidade”, Stélio Matias, Director de Sistemas de Tecnologias de Informação do Moza Banco, reforçou a importância da junção de sinergias sectoriais que permitam, não só a facilitação de processos, mas acima de tudo a segurança permanente dos clientes.
“Numa altura em que o rápido crescimento da tecnologia está a moldar as dinâmicas do futuro, consideravelmente influenciado pelo advento da inteligência artificial, o Moza Banco olha para o sector financeiro como sendo um dos mais requerentes de inovação, sobretudo pela sensibilidade e necessidade de protecção permanente de dados dos clientes”, disse Matias.
Ainda na ocasião, a fonte destacou os passos que o Banco tem estado a dar no tocante à inovação, destacando a melhoria dos seus processos e sistemas de trabalho, com vista a permitir que os clientes tenham serviços cada vez eficientes e disponíveis para responder às suas necessidades.
Sendo um dos cinco maiores bancos nacionais, com uma das maiores redes de balcões em todo o país, o Moza continua a consolidar a sua contribuição no mercado a vários níveis, com destaque para o crescimento em número de clientes, transacções e inovações.
Abrindo as portas para trabalhar com parceiros públicos e privados, incluindo entidades concorrentes, o Banco acredita que beneficia ainda mais os moçambicanos, garantindo que o país disponha de serviços bancários de excelência e que sejam internacionalmente competitivos.
Com vista a apoiar as populações afectadas pelas cheias que assolam várias regiões do país, com particular incidência na província de Gaza, onde milhares de famílias enfrentam perdas significativas e condições de extrema vulnerabilidade, o Moza Banco iniciou um Movimento de Solidariedade e manifesta abertura para receber toda a ajuda possível.
Sendo um Banco que é parte da comunidade, o Moza partilha da dor enfrentada por todos os moçambicanos afectados e por isso está a mobilizar esforços internos e externos para recolher e doar fundos, alimentos não perecíveis, produtos de higiene e todos os bens considerados essenciais neste momento de emergência humanitária.
Enquanto recolhe bens junto de colaboradores e parceiros, em todo o país, o Banco, em parceria com as autoridades locais e centrais, identificou quatro distritos em situação crítica na província de Gaza, nomeadamente Chicualacuala, Chigubo, Guijá e Mapai, que deverão beneficiar, ainda esta semana, dos esforços desta campanha de mobilização de recursos.
“Todos os nossos colaboradores estão envolvidos nesta campanha e o próprio Banco mobilizou fundos para adquirir bens diversos e garantir que também responde a este chamado da nação. Não vamos abandonar o povo moçambicano neste momento tão sensível”, asseverou o Presidente da Comissão Executiva (PCE) do Moza Banco, Manuel Soares.
Embora Gaza seja a grande prioridade, neste momento, o Moza não está indiferente à situação calamitosa enfrentada por algumas populações da Província de Maputo. Assim, em colaboração com outros parceiros, o Banco está a mobilizar-se para juntar o máximo de bens e valores possíveis para garantir que as vítimas das cheias, em Maputo, também tenham apoio.
“Queremos apoiar, principalmente, as famílias que estão nos vários centros de acolhimento e que padecem de quase tudo neste momento. Estamos sensibilizados com a situação que se vive no terreno, sobretudo a nível do distrito de Boane onde o transbordo de alguns rios e canais hidrográficos causou inundações que semearam muita dor no seio das famílias”, acrescentou o PCE.
Com esta iniciativa, o Moza Banco coloca em prática um dos seus valores basilares, nomeadamente a Resiliência junto do povo, reafirmando o seu compromisso com as comunidades e com a solidariedade activa, como sendo princípio fundamental para a manifestação da empatia e contribuição para a reposição gradual da dignidade, da segurança e da esperança das populações atingidas pelas cheias.
Mais de uma centena de crianças das três regiões do país beneficiaram, recentemente, de produtos alimentares, brinquedos e outros bens doados, recentemente, pelo Moza, no âmbito das acções levadas a cabo para providenciar um Natal condigno aos mais necessitados.
Tendo tido o seu epicentro na região sul do país, a acção denominada Natal Solidário, abrangeu também o Orfanato Provincial de BETEL, em Nampula e o Orfanato Melanie, na cidade da Beira.
No sul, o Banco visitou duas unidades sanitárias, nomeadamente o Hospital Rural de Quissico, em Inhambane, e o Hospital Provincial da Matola, ponto central das celebrações do Natal Solidário.
Na matola, mais de 70 crianças internadas na pediatria daquela unidade sanitária, por diversas patologias, beneficiaram de uma manhã especial, tendo recebido brinquedos, produtos alimentares e confraternizado com os colaboradores do Banco durante um lanche preparado para a ocasião.
Na mesma "festa", o Membro da Comissão Executiva do Moza Banco, Jaime Joaquim, esclareceu o significado do Natal Solidário para a família Moza, sublinhando que "é, acima de tudo, um período de partilha, de esperança e de amor. São estes pequenos gestos que nos ajudam a construir um grande Natal, mais humano e mais solidário".
Em nome das crianças, dos pais e do Hospital Provincial da Matola, no geral, a Directora da unidade sanitária, Ana Rodrigues, afirmou que "a iniciativa do Moza vai muito além da entrega de brindes, simbolizando proximidade, empatia e compromisso com o bem-estar da população", destacando ainda a necessidade de reforçar as parcerias interinstitucionais entre a saúde e o sector privado, visando a promoção de uma sociedade mais justa e solidária.
Para a família Moza, só com gestos de solidariedade e amor ao próximo é que é possível celebrar uma quadra festiva harmoniosa e alegre, fazendo com que os moçambicanos possam Ganhar Juntos, mesmo nos períodos em que obstáculos parecem minar o alcance dos objectivos individuais e colectivos.
O Moza Banco manifesta abertura para trabalhar com o Estado e outras instituições financeiras com vista a permitir a implementação de estratégias que facilitem a inovação, inclusão e uma maior abrangência dos serviços bancários em Moçambique.
O posicionamento foi publicamente reafirmado, esta quarta-feira, em Maputo, na Conferência BFSI - Mozambique Banking Financial and Insurence, que este ano é realizada sob o mote: Transformação Digital e Ecossistema Financeiro Interoperável.
Convidado a participar do painel “Papel das carteiras electrónicas, plataformas de pagamento, seguros, fundos de pensão e instrumentos de crédito digital no reforço da inclusão económica e na redução da informalidade”, Stélio Matias, Director de Sistemas de Tecnologias de Informação do Moza Banco, reforçou a importância da junção de sinergias sectoriais que permitam, não só a facilitação de processos, mas acima de tudo a segurança permanente dos clientes.
“Numa altura em que o rápido crescimento da tecnologia está a moldar as dinâmicas do futuro, consideravelmente influenciado pelo advento da inteligência artificial, o Moza Banco olha para o sector financeiro como sendo um dos mais requerentes de inovação, sobretudo pela sensibilidade e necessidade de protecção permanente de dados dos clientes”, disse Matias.
Ainda na ocasião, a fonte destacou os passos que o Banco tem estado a dar no tocante à inovação, destacando a melhoria dos seus processos e sistemas de trabalho, com vista a permitir que os clientes tenham serviços cada vez eficientes e disponíveis para responder às suas necessidades.
Sendo um dos cinco maiores bancos nacionais, com uma das maiores redes de balcões em todo o país, o Moza continua a consolidar a sua contribuição no mercado a vários níveis, com destaque para o crescimento em número de clientes, transacções e inovações.
Abrindo as portas para trabalhar com parceiros públicos e privados, incluindo entidades concorrentes, o Banco acredita que beneficia ainda mais os moçambicanos, garantindo que o país disponha de serviços bancários de excelência e que sejam internacionalmente competitivos.
