O Moza Banco e a Fundação Dom Cabral promoveram, esta quarta-feira, em Maputo, um debate de alto nível subordinado ao tema “Como financiar o crescimento de Moçambique: o papel do Banco de Desenvolvimento e da banca comercial”, reunindo representantes do sector financeiro, empresarial, académico e parceiros de desenvolvimento para uma reflexão estratégica sobre os desafios e oportunidades do financiamento ao crescimento económico do país.
A iniciativa proporcionou um espaço de diálogo aberto sobre o papel dos diferentes actores na mobilização de recursos para o investimento produtivo, destacando a necessidade de uma maior articulação entre o Estado, a banca comercial, o futuro Banco de Desenvolvimento, o sector privado e os parceiros internacionais.
Na intervenção de abertura, o Professor Carlos Braga partilhou experiências internacionais sobre bancos de desenvolvimento, sublinhando que estas instituições podem desempenhar um papel determinante na transformação económica quando assentes em princípios sólidos de governação, sustentabilidade financeira e complementaridade com o sistema financeiro existente.
O painel de debate, moderado pelo Presidente do Conselho de Administração do Moza Banco, Henrique Cossa, contou com as participações de Manuel Soares, João Macaringue, Omar Mithá e Olamide Harrison, que analisaram os principais constrangimentos ao financiamento do crescimento em Moçambique e apresentaram perspectivas sobre soluções capazes de acelerar o investimento, a produtividade e a competitividade da economia nacional.
Ao longo da discussão, os intervenientes convergiram na importância de fortalecer os mecanismos de financiamento de longo prazo, apoiar o desenvolvimento do sector privado e criar condições que permitam transformar o potencial económico do país em crescimento sustentável e inclusivo.
Na ocasião, o Moza Banco e a Fundação Dom Cabral assinaram simbolicamente a renovação do Memorando de Entendimento entre as duas instituições, reforçando o compromisso conjunto com a capacitação de líderes, o desenvolvimento empresarial e a promoção de iniciativas que contribuam para o crescimento económico de Moçambique.
O evento integrou igualmente as celebrações dos 18 anos do Moza Banco, assinaladas através da apresentação de um vídeo institucional que destacou os principais marcos da evolução e transformação da instituição ao longo da sua trajectória.
Para o Moza Banco, o desenvolvimento sustentável do país exige não apenas acesso ao financiamento, mas também espaços de reflexão capazes de promover soluções práticas para os desafios económicos nacionais. Neste contexto, a instituição reafirma o seu compromisso de continuar a impulsionar iniciativas que contribuam para o fortalecimento do sector privado, a valorização do conhecimento e a construção de uma economia mais dinâmica, inclusiva e resiliente.
Moza Banco. Faz Acontecer.
Moza Banco reafirma compromisso com a promoção da cultura e do pensamento moçambicano
A obra “O Último Segredo da Nação’, da autoria de Crimildo Matola, foi distinguida como vencedora da 8.ª edição do Prémio Literário Fernando Leite Couto, cuja cerimónia de anúncio decorreu em Maputo, nas instalações da Fundação Fernando Leite Couto.
Dedicada ao género literário da prosa, a edição de 2026 reuniu cinco obras finalistas provenientes de diferentes pontos do País, confirmando a vitalidade da criação literária moçambicana e a emergência de novas vozes capazes de enriquecer o património cultural nacional através da escrita.
Instituído pela Fundação Fernando Leite Couto, com o apoio do Moza Banco, da Câmara de Comércio Portugal-Moçambique e do Município de Óbidos, em Portugal, o prémio tem vindo a afirmar-se como uma das mais relevantes plataformas de incentivo à produção literária em língua portuguesa, contribuindo para a descoberta, valorização e projecção de autores moçambicanos.
Na ocasião, o Presidente da Comissão Executiva do Moza Banco, Manuel Soares, destacou o papel da literatura na construção da identidade colectiva e no fortalecimento do pensamento crítico, sublinhando a importância de continuar a criar oportunidades para que novos autores possam desenvolver e partilhar o seu talento.
"A literatura é mais do que expressão artística. É memória, identidade e uma forma de interpretar o mundo. Através dela preservam-se histórias, registam-se experiências e constroem-se novas leituras da realidade e do futuro. Enquanto Moza Banco, reconhecemos e valorizamos profundamente este contributo, razão pela qual reafirmamos o nosso compromisso com iniciativas que promovem talento, criatividade e pensamento crítico, sobretudo entre as novas gerações", afirmou Manuel Soares.
Parceiro da Fundação Fernando Leite Couto há vários anos, o Moza Banco tem apoiado de forma consistente iniciativas que promovem a arte, a literatura e a cultura, acreditando que o desenvolvimento sustentável de Moçambique passa igualmente pelo fortalecimento da produção intelectual, da criatividade e do conhecimento.
Ao felicitar Crimildo Matola pela conquista desta edição, o Moza Banco saúda igualmente todos os finalistas e a Fundação Fernando Leite Couto pelo trabalho desenvolvido na promoção da literatura nacional e na criação de espaços que estimulam o pensamento, a reflexão e a valorização da cultura moçambicana.
Moza Banco. Faz Acontecer.
O Moza Banco voltou a ser distinguido entre as melhores empresas para trabalhar em Moçambique, no âmbito do prémio Elite Employer 2026, promovido pela Tempus Global Group.
A distinção marca o quinto ano consecutivo em que o Banco integra o grupo de organizações reconhecidas pelas suas práticas de gestão de pessoas, tendo alcançado presença no Top 10 em quatro edições da iniciativa.
O prémio avalia diferentes dimensões relacionadas com a experiência do colaborador, incluindo ambiente de trabalho, cultura organizacional, benefícios, desenvolvimento de carreira e equilíbrio entre vida profissional e pessoal.
Na edição de 2026, a distinção foi recebida pela Directora de Pessoas do Moza Banco, Márcia Silva, e pelo Membro da Comissão Executiva, Sergio Ribeiro.
Para o Banco, este reconhecimento reflecte o investimento contínuo na valorização do capital humano, no fortalecimento da cultura organizacional e na criação de um ambiente de trabalho orientado para o desenvolvimento, colaboração e crescimento sustentável.
“Esta distinção representa um importante reconhecimento do compromisso contínuo do Moza Banco com a valorização das pessoas e o fortalecimento de uma cultura organizacional assente no desenvolvimento do talento, colaboração e crescimento sustentável. Continuaremos focados em criar um ambiente capaz de atrair, desenvolver e reter profissionais que contribuam activamente para a transformação e evolução do Banco”, refere o Moza Banco.
Nos últimos anos, o Banco tem vindo a reforçar iniciativas ligadas à capacitação técnica, desenvolvimento de liderança, promoção de talento jovem e consolidação de equipas alinhadas aos desafios da transformação do sector financeiro.
A distinção surge num momento em que o Moza Banco continua igualmente a consolidar o seu posicionamento nas áreas de inovação, transformação digital e responsabilidade social, reforçando uma visão integrada de crescimento sustentável e valorização das pessoas.
Moza Banco. Faz Acontecer.
O Moza Banco e a Fundação Dom Cabral promoveram, esta quarta-feira, em Maputo, um debate de alto nível subordinado ao tema “Como financiar o crescimento de Moçambique: o papel do Banco de Desenvolvimento e da banca comercial”, reunindo representantes do sector financeiro, empresarial, académico e parceiros de desenvolvimento para uma reflexão estratégica sobre os desafios e oportunidades do financiamento ao crescimento económico do país.
A iniciativa proporcionou um espaço de diálogo aberto sobre o papel dos diferentes actores na mobilização de recursos para o investimento produtivo, destacando a necessidade de uma maior articulação entre o Estado, a banca comercial, o futuro Banco de Desenvolvimento, o sector privado e os parceiros internacionais.
Na intervenção de abertura, o Professor Carlos Braga partilhou experiências internacionais sobre bancos de desenvolvimento, sublinhando que estas instituições podem desempenhar um papel determinante na transformação económica quando assentes em princípios sólidos de governação, sustentabilidade financeira e complementaridade com o sistema financeiro existente.
O painel de debate, moderado pelo Presidente do Conselho de Administração do Moza Banco, Henrique Cossa, contou com as participações de Manuel Soares, João Macaringue, Omar Mithá e Olamide Harrison, que analisaram os principais constrangimentos ao financiamento do crescimento em Moçambique e apresentaram perspectivas sobre soluções capazes de acelerar o investimento, a produtividade e a competitividade da economia nacional.
Ao longo da discussão, os intervenientes convergiram na importância de fortalecer os mecanismos de financiamento de longo prazo, apoiar o desenvolvimento do sector privado e criar condições que permitam transformar o potencial económico do país em crescimento sustentável e inclusivo.
Na ocasião, o Moza Banco e a Fundação Dom Cabral assinaram simbolicamente a renovação do Memorando de Entendimento entre as duas instituições, reforçando o compromisso conjunto com a capacitação de líderes, o desenvolvimento empresarial e a promoção de iniciativas que contribuam para o crescimento económico de Moçambique.
O evento integrou igualmente as celebrações dos 18 anos do Moza Banco, assinaladas através da apresentação de um vídeo institucional que destacou os principais marcos da evolução e transformação da instituição ao longo da sua trajectória.
Para o Moza Banco, o desenvolvimento sustentável do país exige não apenas acesso ao financiamento, mas também espaços de reflexão capazes de promover soluções práticas para os desafios económicos nacionais. Neste contexto, a instituição reafirma o seu compromisso de continuar a impulsionar iniciativas que contribuam para o fortalecimento do sector privado, a valorização do conhecimento e a construção de uma economia mais dinâmica, inclusiva e resiliente.
Moza Banco. Faz Acontecer.
Moza Banco reafirma compromisso com a promoção da cultura e do pensamento moçambicano
A obra “O Último Segredo da Nação’, da autoria de Crimildo Matola, foi distinguida como vencedora da 8.ª edição do Prémio Literário Fernando Leite Couto, cuja cerimónia de anúncio decorreu em Maputo, nas instalações da Fundação Fernando Leite Couto.
Dedicada ao género literário da prosa, a edição de 2026 reuniu cinco obras finalistas provenientes de diferentes pontos do País, confirmando a vitalidade da criação literária moçambicana e a emergência de novas vozes capazes de enriquecer o património cultural nacional através da escrita.
Instituído pela Fundação Fernando Leite Couto, com o apoio do Moza Banco, da Câmara de Comércio Portugal-Moçambique e do Município de Óbidos, em Portugal, o prémio tem vindo a afirmar-se como uma das mais relevantes plataformas de incentivo à produção literária em língua portuguesa, contribuindo para a descoberta, valorização e projecção de autores moçambicanos.
Na ocasião, o Presidente da Comissão Executiva do Moza Banco, Manuel Soares, destacou o papel da literatura na construção da identidade colectiva e no fortalecimento do pensamento crítico, sublinhando a importância de continuar a criar oportunidades para que novos autores possam desenvolver e partilhar o seu talento.
"A literatura é mais do que expressão artística. É memória, identidade e uma forma de interpretar o mundo. Através dela preservam-se histórias, registam-se experiências e constroem-se novas leituras da realidade e do futuro. Enquanto Moza Banco, reconhecemos e valorizamos profundamente este contributo, razão pela qual reafirmamos o nosso compromisso com iniciativas que promovem talento, criatividade e pensamento crítico, sobretudo entre as novas gerações", afirmou Manuel Soares.
Parceiro da Fundação Fernando Leite Couto há vários anos, o Moza Banco tem apoiado de forma consistente iniciativas que promovem a arte, a literatura e a cultura, acreditando que o desenvolvimento sustentável de Moçambique passa igualmente pelo fortalecimento da produção intelectual, da criatividade e do conhecimento.
Ao felicitar Crimildo Matola pela conquista desta edição, o Moza Banco saúda igualmente todos os finalistas e a Fundação Fernando Leite Couto pelo trabalho desenvolvido na promoção da literatura nacional e na criação de espaços que estimulam o pensamento, a reflexão e a valorização da cultura moçambicana.
Moza Banco. Faz Acontecer.
O Moza Banco voltou a ser distinguido entre as melhores empresas para trabalhar em Moçambique, no âmbito do prémio Elite Employer 2026, promovido pela Tempus Global Group.
A distinção marca o quinto ano consecutivo em que o Banco integra o grupo de organizações reconhecidas pelas suas práticas de gestão de pessoas, tendo alcançado presença no Top 10 em quatro edições da iniciativa.
O prémio avalia diferentes dimensões relacionadas com a experiência do colaborador, incluindo ambiente de trabalho, cultura organizacional, benefícios, desenvolvimento de carreira e equilíbrio entre vida profissional e pessoal.
Na edição de 2026, a distinção foi recebida pela Directora de Pessoas do Moza Banco, Márcia Silva, e pelo Membro da Comissão Executiva, Sergio Ribeiro.
Para o Banco, este reconhecimento reflecte o investimento contínuo na valorização do capital humano, no fortalecimento da cultura organizacional e na criação de um ambiente de trabalho orientado para o desenvolvimento, colaboração e crescimento sustentável.
“Esta distinção representa um importante reconhecimento do compromisso contínuo do Moza Banco com a valorização das pessoas e o fortalecimento de uma cultura organizacional assente no desenvolvimento do talento, colaboração e crescimento sustentável. Continuaremos focados em criar um ambiente capaz de atrair, desenvolver e reter profissionais que contribuam activamente para a transformação e evolução do Banco”, refere o Moza Banco.
Nos últimos anos, o Banco tem vindo a reforçar iniciativas ligadas à capacitação técnica, desenvolvimento de liderança, promoção de talento jovem e consolidação de equipas alinhadas aos desafios da transformação do sector financeiro.
A distinção surge num momento em que o Moza Banco continua igualmente a consolidar o seu posicionamento nas áreas de inovação, transformação digital e responsabilidade social, reforçando uma visão integrada de crescimento sustentável e valorização das pessoas.
Moza Banco. Faz Acontecer.
