A Bolsa de Valores de Moçambique (BVM) distinguiu recentemente os principais parceiros do mercado de capitais, numa cerimónia que destacou o desempenho das instituições e intermediários que contribuem para o crescimento e maturidade deste segmento. Segundo o Presidente do Conselho de Administração (PCA) da BVM, Pedro Cossa, o desenvolvimento do mercado de capitais depende da cooperação entre os intervenientes e da criação de pontes entre mercados nacionais e internacionais, sublinhando que “o mercado de capitais não prospera em ilhas isoladas”.
No contexto da retoma destes prémios, após quatro anos de interregno, o Moza Banco destacou-se como a instituição mais premiada na cerimónia, tendo sido reconhecido em duas categorias de destaque:
· Maior Emissão de Valores Mobiliários no Mercado Bolsista 2025
· Maior Patrocinador de Emissões Admitidas à Cotação no Mercado Bolsista 2025
De acordo com o Presidente da Comissão Executiva (PCE) daquela instituição financeira, Manuel Soares, estas distinções reflectem a capacidade do Moza Banco em apoiar empresas na diversificação das suas fontes de financiamento e na identificação de oportunidades de investimento, reforçando o seu papel estratégico no mercado de capitais nacional.
“Ser a instituição mais premiada nesta edição confirma que estamos a contribuir de forma concreta para a consolidação e maturidade do mercado de capitais em Moçambique”, afirmou o PCE do Moza Banco. “Mais do que prémios, estes reconhecimentos são um sinal de confiança que colocamos ao serviço dos nossos clientes e do desenvolvimento económico do país.”
Com estas conquistas, o Moza Banco reafirma o seu compromisso em apoiar empresas e investidores, promovendo transparência, inovação e crescimento sustentável no mercado financeiro moçambicano.
Uma comitiva do Moza Banco, liderada pelo Membro da Comissão Executiva, Jaime Joaquim, visitou esta segunda-feira, em Maputo, o Gabinete da Primeira Dama, Gueta Chapo, com o objectivo de manifestar apoio às iniciativas levadas a cabo por este Gabinete em prol das vítimas das cheias e inundações que, num passado recente, fustigaram a região sul do país, deixando dor e luta no seio de centenas que famílias.
Durante a ocasião, a equipa do Moza mostrou interesse em colaborar com o Gabinete da Primeira-Dama a vários níveis, a começar pelo apoio às várias iniciativas de carácter social levadas a cabo pelo Gabinete, em todo o país.
Houve ainda espaço para a entrega de um cheque simbólico para apoiar o Gabinete nas despesas associadas à compra de bens e produtos essenciais para prestar apoio às famílias que ainda estão alojadas nos vários centros de acolhimento, na sequência da destruição total ou parcial das suas residências, na sequência das chuvas.
Gueta Chapo manifestou, no encontro, abertura para colaborar com o Banco, saudando a visita e a manifesta vontade de ajudar os moçambicanos.
Já o Membro da Comissão Executiva, por seu turno, considerou a parceria estratégica e alinhada às iniciativas de responsabilidade social que o Moza Banco tem vindo a implementar, em todo o país.
“É para nós uma grande honra contribuir, simbolicamente, para o sucesso das iniciativas da primeira-dama. Todos nós conseguimos visualizar o impacto e a mudança positiva que estas iniciativas geram no seio das comunidades”, reforçou.
No âmbito do apoio às vítimas das cheias e inundações, o Moza Banco tem levado a cabo iniciativas diversas com considerável impacto nas famílias, destacando as áreas mais afectadas da região sul do país, com especial enfoque para os distritos de Mapai, Chicualacuala, Chigubo e Guijá, em Gaza, e Boane na província de Maputo.
Ciente de que toda a ajuda continua sendo necessária, o Moza continua a Fazer Acontecer na angariação de donativos e mobilização de parcerias com vista a reforçar as acções de solidárias inseridas no Movimento Solidário desencadeado em finais de Janeiro, desde a eclosão das intempéries.
O especialista em agronegócio do Moza Banco, Danilo Abdula, participou, esta segunda-feira, em Maputo, da Cerimónia de Lançamento da Agriconnect, uma iniciativa do Banco Mundial que se pretende implementar em Moçambique, em parceira com o Ministério da Agricultura, Ambiente e Pescas, com o objectivo de transformar a agricultura de pequena escala e potenciar a criação de cada vez mais empregos no meio rural.
Convidado a integrar um painel que discutiu as “acções prioritárias para o desenvolvimento do agronegócio, criação de emprego, melhoria da segurança alimentar e nutricional em Moçambique”, Danilo Abdula abordou as dificuldades de financiar os pequenos produtores, reforçando a recomendação para que se juntem em cooperativas que os permitam estar mais organizados para buscar financiamento na Banca.
“O Moza Banco tem muito interesse em apoiar o desenvolvimento do agronegócio, entretanto o dinheiro a ser concedido deve ter o seu retorno, dai ser importante que os produtores consigam compreender o quão importante é estarem organizados para que possam beneficiar de financiamentos. É mais fácil financiar um grupo do que pequenos produtores dispersos, porque enquanto grupo eles estarão mais organizados e podem partilhar melhor os riscos e os benefícios associados a esse financiamento”, declarou Danilo Abdula.
A acrescentar, o especialista do Moza Banco recomendou ainda as autoridades a estimularem e potenciarem o crescimento da cadeia de valor, garantindo que os produtores não tenham dificuldades de escoar a produção.
Não obstante os vários factores que continuam a desafiar o sector agrário nacional, com destaque para as questões de ordem climática, o Moza continua a financiar o agronegócio nacional. O Banco tem linhas de financiamento disponíveis para o sector, com maior destaque para a Linha BEI, criada em parceria com o Banco Europeu de Investimentos e a Linha do Fundo de Segurança Alimentar, FSA, ambas com taxas de juro bonificadas.
O Moza Banco acredita que o investimento no agronegócio é indispensável para que os moçambicanos possam ganhar juntos a batalha em prol do desenvolvimento colectivo.
A Bolsa de Valores de Moçambique (BVM) distinguiu recentemente os principais parceiros do mercado de capitais, numa cerimónia que destacou o desempenho das instituições e intermediários que contribuem para o crescimento e maturidade deste segmento. Segundo o Presidente do Conselho de Administração (PCA) da BVM, Pedro Cossa, o desenvolvimento do mercado de capitais depende da cooperação entre os intervenientes e da criação de pontes entre mercados nacionais e internacionais, sublinhando que “o mercado de capitais não prospera em ilhas isoladas”.
No contexto da retoma destes prémios, após quatro anos de interregno, o Moza Banco destacou-se como a instituição mais premiada na cerimónia, tendo sido reconhecido em duas categorias de destaque:
· Maior Emissão de Valores Mobiliários no Mercado Bolsista 2025
· Maior Patrocinador de Emissões Admitidas à Cotação no Mercado Bolsista 2025
De acordo com o Presidente da Comissão Executiva (PCE) daquela instituição financeira, Manuel Soares, estas distinções reflectem a capacidade do Moza Banco em apoiar empresas na diversificação das suas fontes de financiamento e na identificação de oportunidades de investimento, reforçando o seu papel estratégico no mercado de capitais nacional.
“Ser a instituição mais premiada nesta edição confirma que estamos a contribuir de forma concreta para a consolidação e maturidade do mercado de capitais em Moçambique”, afirmou o PCE do Moza Banco. “Mais do que prémios, estes reconhecimentos são um sinal de confiança que colocamos ao serviço dos nossos clientes e do desenvolvimento económico do país.”
Com estas conquistas, o Moza Banco reafirma o seu compromisso em apoiar empresas e investidores, promovendo transparência, inovação e crescimento sustentável no mercado financeiro moçambicano.
Uma comitiva do Moza Banco, liderada pelo Membro da Comissão Executiva, Jaime Joaquim, visitou esta segunda-feira, em Maputo, o Gabinete da Primeira Dama, Gueta Chapo, com o objectivo de manifestar apoio às iniciativas levadas a cabo por este Gabinete em prol das vítimas das cheias e inundações que, num passado recente, fustigaram a região sul do país, deixando dor e luta no seio de centenas que famílias.
Durante a ocasião, a equipa do Moza mostrou interesse em colaborar com o Gabinete da Primeira-Dama a vários níveis, a começar pelo apoio às várias iniciativas de carácter social levadas a cabo pelo Gabinete, em todo o país.
Houve ainda espaço para a entrega de um cheque simbólico para apoiar o Gabinete nas despesas associadas à compra de bens e produtos essenciais para prestar apoio às famílias que ainda estão alojadas nos vários centros de acolhimento, na sequência da destruição total ou parcial das suas residências, na sequência das chuvas.
Gueta Chapo manifestou, no encontro, abertura para colaborar com o Banco, saudando a visita e a manifesta vontade de ajudar os moçambicanos.
Já o Membro da Comissão Executiva, por seu turno, considerou a parceria estratégica e alinhada às iniciativas de responsabilidade social que o Moza Banco tem vindo a implementar, em todo o país.
“É para nós uma grande honra contribuir, simbolicamente, para o sucesso das iniciativas da primeira-dama. Todos nós conseguimos visualizar o impacto e a mudança positiva que estas iniciativas geram no seio das comunidades”, reforçou.
No âmbito do apoio às vítimas das cheias e inundações, o Moza Banco tem levado a cabo iniciativas diversas com considerável impacto nas famílias, destacando as áreas mais afectadas da região sul do país, com especial enfoque para os distritos de Mapai, Chicualacuala, Chigubo e Guijá, em Gaza, e Boane na província de Maputo.
Ciente de que toda a ajuda continua sendo necessária, o Moza continua a Fazer Acontecer na angariação de donativos e mobilização de parcerias com vista a reforçar as acções de solidárias inseridas no Movimento Solidário desencadeado em finais de Janeiro, desde a eclosão das intempéries.
O especialista em agronegócio do Moza Banco, Danilo Abdula, participou, esta segunda-feira, em Maputo, da Cerimónia de Lançamento da Agriconnect, uma iniciativa do Banco Mundial que se pretende implementar em Moçambique, em parceira com o Ministério da Agricultura, Ambiente e Pescas, com o objectivo de transformar a agricultura de pequena escala e potenciar a criação de cada vez mais empregos no meio rural.
Convidado a integrar um painel que discutiu as “acções prioritárias para o desenvolvimento do agronegócio, criação de emprego, melhoria da segurança alimentar e nutricional em Moçambique”, Danilo Abdula abordou as dificuldades de financiar os pequenos produtores, reforçando a recomendação para que se juntem em cooperativas que os permitam estar mais organizados para buscar financiamento na Banca.
“O Moza Banco tem muito interesse em apoiar o desenvolvimento do agronegócio, entretanto o dinheiro a ser concedido deve ter o seu retorno, dai ser importante que os produtores consigam compreender o quão importante é estarem organizados para que possam beneficiar de financiamentos. É mais fácil financiar um grupo do que pequenos produtores dispersos, porque enquanto grupo eles estarão mais organizados e podem partilhar melhor os riscos e os benefícios associados a esse financiamento”, declarou Danilo Abdula.
A acrescentar, o especialista do Moza Banco recomendou ainda as autoridades a estimularem e potenciarem o crescimento da cadeia de valor, garantindo que os produtores não tenham dificuldades de escoar a produção.
Não obstante os vários factores que continuam a desafiar o sector agrário nacional, com destaque para as questões de ordem climática, o Moza continua a financiar o agronegócio nacional. O Banco tem linhas de financiamento disponíveis para o sector, com maior destaque para a Linha BEI, criada em parceria com o Banco Europeu de Investimentos e a Linha do Fundo de Segurança Alimentar, FSA, ambas com taxas de juro bonificadas.
O Moza Banco acredita que o investimento no agronegócio é indispensável para que os moçambicanos possam ganhar juntos a batalha em prol do desenvolvimento colectivo.
