O especialista em agronegócio do Moza Banco, Danilo Abdula, participou, esta segunda-feira, em Maputo, da Cerimónia de Lançamento da Agriconnect, uma iniciativa do Banco Mundial que se pretende implementar em Moçambique, em parceira com o Ministério da Agricultura, Ambiente e Pescas, com o objectivo de transformar a agricultura de pequena escala e potenciar a criação de cada vez mais empregos no meio rural.
Convidado a integrar um painel que discutiu as “acções prioritárias para o desenvolvimento do agronegócio, criação de emprego, melhoria da segurança alimentar e nutricional em Moçambique”, Danilo Abdula abordou as dificuldades de financiar os pequenos produtores, reforçando a recomendação para que se juntem em cooperativas que os permitam estar mais organizados para buscar financiamento na Banca.
“O Moza Banco tem muito interesse em apoiar o desenvolvimento do agronegócio, entretanto o dinheiro a ser concedido deve ter o seu retorno, dai ser importante que os produtores consigam compreender o quão importante é estarem organizados para que possam beneficiar de financiamentos. É mais fácil financiar um grupo do que pequenos produtores dispersos, porque enquanto grupo eles estarão mais organizados e podem partilhar melhor os riscos e os benefícios associados a esse financiamento”, declarou Danilo Abdula.
A acrescentar, o especialista do Moza Banco recomendou ainda as autoridades a estimularem e potenciarem o crescimento da cadeia de valor, garantindo que os produtores não tenham dificuldades de escoar a produção.
Não obstante os vários factores que continuam a desafiar o sector agrário nacional, com destaque para as questões de ordem climática, o Moza continua a financiar o agronegócio nacional. O Banco tem linhas de financiamento disponíveis para o sector, com maior destaque para a Linha BEI, criada em parceria com o Banco Europeu de Investimentos e a Linha do Fundo de Segurança Alimentar, FSA, ambas com taxas de juro bonificadas.
O Moza Banco acredita que o investimento no agronegócio é indispensável para que os moçambicanos possam ganhar juntos a batalha em prol do desenvolvimento colectivo.
Um grupo de voluntários do Moza Banco e entidades parceiras, liderado pelo Presidente da Comissão Executiva (PCE), Manuel Soares, visitou a Escola Básica 19 de Outubro - o último Centro de Acolhimento activo no distrito de Boane, para confortar as mais de mil vítimas das recentes cheias que fustigaram a região sul do país. Composto maioritariamente por mulheres e crianças, o Centro de Acolhimento reúne famílias que mesmo tendo perdido quase tudo continuam cheias de esperança num futuro melhor e mais estável.
Durante a visita, a equipa procedeu a entrega de donativos diversos que incluem bens alimentares não perecíveis, vestuário e produtos de higiene e limpeza, na esperança de minimizar as necessidades daquelas famílias que continuam carentes de toda a ajuda possível.
Sensibilizado com a realidade no terreno, o PCE do Moza reforçou o compromisso do Banco em continuar o Movimento Solidário, reforçando ainda mais o apoio às vítimas das cheias.
“Quando olhamos para estas famílias, compreendemos que a solidariedade não se pode esgotar numa única acção. O Moza está aqui porque acredita que ser solidário é caminhar ao lado de quem mais precisa, até que a esperança volte a ser maior que a dor. Temos conhecimento de outros pontos da província de Maputo que ainda precisam de ajuda, com destaque para Manhiça, Moamba e Magude e por isso queremos que na próxima fase do nosso Movimento Solidário possamos contemplar também essas regiões. Vamos continuar a Fazer Acontecer”, acrescentou o CEO.
Representando as famílias apoiadas, a Directora do Centro de Acolhimento Maria Alcinda Mandlate, destacou, sobretudo, a mensagem de esperança transmitida às vítimas das cheias através das doações associadas aos Movimentos Solidários, apelando para a sua continuidade.
“Estas famílias chegaram aqui praticamente sem nada. Temos aqui mães e mulheres grávidas que precisam da ajuda de cada um de vós. Cada apoio que recebemos devolve um pouco de dignidade e esperança. Saber que não estamos sozinhos dá força para continuarmos a cuidar destas pessoas como elas merecem”, asseverou a Directora.
Esta iniciativa enquadra-se no âmbito das acções que têm estado a ser levadas a cabo desde a eclosão das cheias, tendo o Banco já canalizado apoio a província de Gaza em coordenação com as autoridades locais e com o Instituto Nacional de Gestão de Desastres (INGD).
Em Gaza, para além de prestar ajuda ao governo central, o Moza apoiou directamente os distritos de Guijá, Mapai, Chigubo e Chicualacuala, regiões que foram devastadas pela fúria das águas, com registo de óbitos e danos materiais avultados.
Mais do que entregar donativos, o Moza pretende, com estas acções, transmitir conforto às vítimas, motivando-as a lutar para a reconstrução das suas vidas.
Com vista a apoiar as populações afectadas pelas cheias que assolam várias regiões do país, com particular incidência na província de Gaza, onde milhares de famílias enfrentam perdas significativas e condições de extrema vulnerabilidade, o Moza Banco iniciou um Movimento de Solidariedade e manifesta abertura para receber toda a ajuda possível.
Sendo um Banco que é parte da comunidade, o Moza partilha da dor enfrentada por todos os moçambicanos afectados e por isso está a mobilizar esforços internos e externos para recolher e doar fundos, alimentos não perecíveis, produtos de higiene e todos os bens considerados essenciais neste momento de emergência humanitária.
Enquanto recolhe bens junto de colaboradores e parceiros, em todo o país, o Banco, em parceria com as autoridades locais e centrais, identificou quatro distritos em situação crítica na província de Gaza, nomeadamente Chicualacuala, Chigubo, Guijá e Mapai, que deverão beneficiar, ainda esta semana, dos esforços desta campanha de mobilização de recursos.
“Todos os nossos colaboradores estão envolvidos nesta campanha e o próprio Banco mobilizou fundos para adquirir bens diversos e garantir que também responde a este chamado da nação. Não vamos abandonar o povo moçambicano neste momento tão sensível”, asseverou o Presidente da Comissão Executiva (PCE) do Moza Banco, Manuel Soares.
Embora Gaza seja a grande prioridade, neste momento, o Moza não está indiferente à situação calamitosa enfrentada por algumas populações da Província de Maputo. Assim, em colaboração com outros parceiros, o Banco está a mobilizar-se para juntar o máximo de bens e valores possíveis para garantir que as vítimas das cheias, em Maputo, também tenham apoio.
“Queremos apoiar, principalmente, as famílias que estão nos vários centros de acolhimento e que padecem de quase tudo neste momento. Estamos sensibilizados com a situação que se vive no terreno, sobretudo a nível do distrito de Boane onde o transbordo de alguns rios e canais hidrográficos causou inundações que semearam muita dor no seio das famílias”, acrescentou o PCE.
Com esta iniciativa, o Moza Banco coloca em prática um dos seus valores basilares, nomeadamente a Resiliência junto do povo, reafirmando o seu compromisso com as comunidades e com a solidariedade activa, como sendo princípio fundamental para a manifestação da empatia e contribuição para a reposição gradual da dignidade, da segurança e da esperança das populações atingidas pelas cheias.
O especialista em agronegócio do Moza Banco, Danilo Abdula, participou, esta segunda-feira, em Maputo, da Cerimónia de Lançamento da Agriconnect, uma iniciativa do Banco Mundial que se pretende implementar em Moçambique, em parceira com o Ministério da Agricultura, Ambiente e Pescas, com o objectivo de transformar a agricultura de pequena escala e potenciar a criação de cada vez mais empregos no meio rural.
Convidado a integrar um painel que discutiu as “acções prioritárias para o desenvolvimento do agronegócio, criação de emprego, melhoria da segurança alimentar e nutricional em Moçambique”, Danilo Abdula abordou as dificuldades de financiar os pequenos produtores, reforçando a recomendação para que se juntem em cooperativas que os permitam estar mais organizados para buscar financiamento na Banca.
“O Moza Banco tem muito interesse em apoiar o desenvolvimento do agronegócio, entretanto o dinheiro a ser concedido deve ter o seu retorno, dai ser importante que os produtores consigam compreender o quão importante é estarem organizados para que possam beneficiar de financiamentos. É mais fácil financiar um grupo do que pequenos produtores dispersos, porque enquanto grupo eles estarão mais organizados e podem partilhar melhor os riscos e os benefícios associados a esse financiamento”, declarou Danilo Abdula.
A acrescentar, o especialista do Moza Banco recomendou ainda as autoridades a estimularem e potenciarem o crescimento da cadeia de valor, garantindo que os produtores não tenham dificuldades de escoar a produção.
Não obstante os vários factores que continuam a desafiar o sector agrário nacional, com destaque para as questões de ordem climática, o Moza continua a financiar o agronegócio nacional. O Banco tem linhas de financiamento disponíveis para o sector, com maior destaque para a Linha BEI, criada em parceria com o Banco Europeu de Investimentos e a Linha do Fundo de Segurança Alimentar, FSA, ambas com taxas de juro bonificadas.
O Moza Banco acredita que o investimento no agronegócio é indispensável para que os moçambicanos possam ganhar juntos a batalha em prol do desenvolvimento colectivo.
Um grupo de voluntários do Moza Banco e entidades parceiras, liderado pelo Presidente da Comissão Executiva (PCE), Manuel Soares, visitou a Escola Básica 19 de Outubro - o último Centro de Acolhimento activo no distrito de Boane, para confortar as mais de mil vítimas das recentes cheias que fustigaram a região sul do país. Composto maioritariamente por mulheres e crianças, o Centro de Acolhimento reúne famílias que mesmo tendo perdido quase tudo continuam cheias de esperança num futuro melhor e mais estável.
Durante a visita, a equipa procedeu a entrega de donativos diversos que incluem bens alimentares não perecíveis, vestuário e produtos de higiene e limpeza, na esperança de minimizar as necessidades daquelas famílias que continuam carentes de toda a ajuda possível.
Sensibilizado com a realidade no terreno, o PCE do Moza reforçou o compromisso do Banco em continuar o Movimento Solidário, reforçando ainda mais o apoio às vítimas das cheias.
“Quando olhamos para estas famílias, compreendemos que a solidariedade não se pode esgotar numa única acção. O Moza está aqui porque acredita que ser solidário é caminhar ao lado de quem mais precisa, até que a esperança volte a ser maior que a dor. Temos conhecimento de outros pontos da província de Maputo que ainda precisam de ajuda, com destaque para Manhiça, Moamba e Magude e por isso queremos que na próxima fase do nosso Movimento Solidário possamos contemplar também essas regiões. Vamos continuar a Fazer Acontecer”, acrescentou o CEO.
Representando as famílias apoiadas, a Directora do Centro de Acolhimento Maria Alcinda Mandlate, destacou, sobretudo, a mensagem de esperança transmitida às vítimas das cheias através das doações associadas aos Movimentos Solidários, apelando para a sua continuidade.
“Estas famílias chegaram aqui praticamente sem nada. Temos aqui mães e mulheres grávidas que precisam da ajuda de cada um de vós. Cada apoio que recebemos devolve um pouco de dignidade e esperança. Saber que não estamos sozinhos dá força para continuarmos a cuidar destas pessoas como elas merecem”, asseverou a Directora.
Esta iniciativa enquadra-se no âmbito das acções que têm estado a ser levadas a cabo desde a eclosão das cheias, tendo o Banco já canalizado apoio a província de Gaza em coordenação com as autoridades locais e com o Instituto Nacional de Gestão de Desastres (INGD).
Em Gaza, para além de prestar ajuda ao governo central, o Moza apoiou directamente os distritos de Guijá, Mapai, Chigubo e Chicualacuala, regiões que foram devastadas pela fúria das águas, com registo de óbitos e danos materiais avultados.
Mais do que entregar donativos, o Moza pretende, com estas acções, transmitir conforto às vítimas, motivando-as a lutar para a reconstrução das suas vidas.
Com vista a apoiar as populações afectadas pelas cheias que assolam várias regiões do país, com particular incidência na província de Gaza, onde milhares de famílias enfrentam perdas significativas e condições de extrema vulnerabilidade, o Moza Banco iniciou um Movimento de Solidariedade e manifesta abertura para receber toda a ajuda possível.
Sendo um Banco que é parte da comunidade, o Moza partilha da dor enfrentada por todos os moçambicanos afectados e por isso está a mobilizar esforços internos e externos para recolher e doar fundos, alimentos não perecíveis, produtos de higiene e todos os bens considerados essenciais neste momento de emergência humanitária.
Enquanto recolhe bens junto de colaboradores e parceiros, em todo o país, o Banco, em parceria com as autoridades locais e centrais, identificou quatro distritos em situação crítica na província de Gaza, nomeadamente Chicualacuala, Chigubo, Guijá e Mapai, que deverão beneficiar, ainda esta semana, dos esforços desta campanha de mobilização de recursos.
“Todos os nossos colaboradores estão envolvidos nesta campanha e o próprio Banco mobilizou fundos para adquirir bens diversos e garantir que também responde a este chamado da nação. Não vamos abandonar o povo moçambicano neste momento tão sensível”, asseverou o Presidente da Comissão Executiva (PCE) do Moza Banco, Manuel Soares.
Embora Gaza seja a grande prioridade, neste momento, o Moza não está indiferente à situação calamitosa enfrentada por algumas populações da Província de Maputo. Assim, em colaboração com outros parceiros, o Banco está a mobilizar-se para juntar o máximo de bens e valores possíveis para garantir que as vítimas das cheias, em Maputo, também tenham apoio.
“Queremos apoiar, principalmente, as famílias que estão nos vários centros de acolhimento e que padecem de quase tudo neste momento. Estamos sensibilizados com a situação que se vive no terreno, sobretudo a nível do distrito de Boane onde o transbordo de alguns rios e canais hidrográficos causou inundações que semearam muita dor no seio das famílias”, acrescentou o PCE.
Com esta iniciativa, o Moza Banco coloca em prática um dos seus valores basilares, nomeadamente a Resiliência junto do povo, reafirmando o seu compromisso com as comunidades e com a solidariedade activa, como sendo princípio fundamental para a manifestação da empatia e contribuição para a reposição gradual da dignidade, da segurança e da esperança das populações atingidas pelas cheias.
