O Moza Banco e o Ministério da Planificação e Desenvolvimento assinaram, esta segunda-feira, em Maputo, o protocolo que viabiliza a introdução da Linha FARE - um pacote de financiamento criado no âmbito do Fundo de Apoio à Reabilitação da Economia, através do qual se pretende financiar iniciativas de empreendedorismo no meio rural.
A iniciativa, inteiramente abraçada pelo Moza, insere-se nos esforços do governo para a dinamização da economia, com destaque para a criação e promoção de oportunidades no meio rural, particularmente nas áreas com grande potencial produtivo, mas com limitações de acesso às janelas de financiamento.
A cerimónia, que contou com a participação de representantes do Fundo Internacional de Desenvolvimento Agrícola (IFAD), foi orientada pelo Ministro da Planificação e Desenvolvimento, Salim Valá, que na ocasião sublinhou que, embora seja um financiamento com taxas bonificadas, é importante que os beneficiários honrem com os seus compromissos.
“Quem vai buscar um financiamento, por mais bonificado que seja, é preciso que esteja ciente de que aquele financiamento tem de ser pago. Só assim é que este empreendedor vai se sentir empenhando em fazer com que a sua ideia de negócio dê certo”, frisou Valá.
Já o Presidente da Comissão Executiva do Moza Banco, Manuel Soares, assumiu, na ocasião, o compromisso de gerir com transparência e responsabilidade os fundos da Linha FARE.
“O Moza Banco assume com orgulho a responsabilidade a gestão desta financeira desta linha, sendo o intermediário entre os recursos disponibilizados e os beneficiários finais, e garante que cada metical aplicado esteja alinhado com critérios técnicos rigorosos e com os mais altos padrões de integridade e transparência. Através da avaliação criteriosa, do acompanhamento contínuo e do suporte próximo aos beneficiários, pretendemos assegurar que os projectos apoiados gerem resultados concretos e sustentáveis”, asseverou Manuel Soares.
À luz deste acordo, o Moza Banco renova o seu compromisso de continuar a Fazer Acontecer, transformando recursos em oportunidades e resultados que concorrem para desenvolver Moçambique.
A Bolsa de Valores de Moçambique (BVM) distinguiu recentemente os principais parceiros do mercado de capitais, numa cerimónia que destacou o desempenho das instituições e intermediários que contribuem para o crescimento e maturidade deste segmento. Segundo o Presidente do Conselho de Administração (PCA) da BVM, Pedro Cossa, o desenvolvimento do mercado de capitais depende da cooperação entre os intervenientes e da criação de pontes entre mercados nacionais e internacionais, sublinhando que “o mercado de capitais não prospera em ilhas isoladas”.
No contexto da retoma destes prémios, após quatro anos de interregno, o Moza Banco destacou-se como a instituição mais premiada na cerimónia, tendo sido reconhecido em duas categorias de destaque:
- Maior Emissão de Valores Mobiliários no Mercado Bolsista 2025
- Maior Patrocinador de Emissões Admitidas à Cotação no Mercado Bolsista 2025
De acordo com o Presidente da Comissão Executiva (PCE) daquela instituição financeira, Manuel Soares, estas distinções reflectem a capacidade do Moza Banco em apoiar empresas na diversificação das suas fontes de financiamento e na identificação de oportunidades de investimento, reforçando o seu papel estratégico no mercado de capitais nacional.
“Ser a instituição mais premiada nesta edição confirma que estamos a contribuir de forma concreta para a consolidação e maturidade do mercado de capitais em Moçambique”, afirmou o PCE do Moza Banco. “Mais do que prémios, estes reconhecimentos são um sinal de confiança que colocamos ao serviço dos nossos clientes e do desenvolvimento económico do país.”
Com estas conquistas, o Moza Banco reafirma o seu compromisso em apoiar empresas e investidores, promovendo transparência, inovação e crescimento sustentável no mercado financeiro moçambicano.
Uma comitiva do Moza Banco, liderada pelo Membro da Comissão Executiva, Jaime Joaquim, visitou esta segunda-feira, em Maputo, o Gabinete da Primeira Dama, Gueta Chapo, com o objectivo de manifestar apoio às iniciativas levadas a cabo por este Gabinete em prol das vítimas das cheias e inundações que, num passado recente, fustigaram a região sul do país, deixando dor e luta no seio de centenas que famílias.
Durante a ocasião, a equipa do Moza mostrou interesse em colaborar com o Gabinete da Primeira-Dama a vários níveis, a começar pelo apoio às várias iniciativas de carácter social levadas a cabo pelo Gabinete, em todo o país.
Houve ainda espaço para a entrega de um cheque simbólico para apoiar o Gabinete nas despesas associadas à compra de bens e produtos essenciais para prestar apoio às famílias que ainda estão alojadas nos vários centros de acolhimento, na sequência da destruição total ou parcial das suas residências, na sequência das chuvas.
Gueta Chapo manifestou, no encontro, abertura para colaborar com o Banco, saudando a visita e a manifesta vontade de ajudar os moçambicanos.
Já o Membro da Comissão Executiva, por seu turno, considerou a parceria estratégica e alinhada às iniciativas de responsabilidade social que o Moza Banco tem vindo a implementar, em todo o país.
“É para nós uma grande honra contribuir, simbolicamente, para o sucesso das iniciativas da primeira-dama. Todos nós conseguimos visualizar o impacto e a mudança positiva que estas iniciativas geram no seio das comunidades”, reforçou.
No âmbito do apoio às vítimas das cheias e inundações, o Moza Banco tem levado a cabo iniciativas diversas com considerável impacto nas famílias, destacando as áreas mais afectadas da região sul do país, com especial enfoque para os distritos de Mapai, Chicualacuala, Chigubo e Guijá, em Gaza, e Boane na província de Maputo.
Ciente de que toda a ajuda continua sendo necessária, o Moza continua a Fazer Acontecer na angariação de donativos e mobilização de parcerias com vista a reforçar as acções de solidárias inseridas no Movimento Solidário desencadeado em finais de Janeiro, desde a eclosão das intempéries.
O Moza Banco e o Ministério da Planificação e Desenvolvimento assinaram, esta segunda-feira, em Maputo, o protocolo que viabiliza a introdução da Linha FARE - um pacote de financiamento criado no âmbito do Fundo de Apoio à Reabilitação da Economia, através do qual se pretende financiar iniciativas de empreendedorismo no meio rural.
A iniciativa, inteiramente abraçada pelo Moza, insere-se nos esforços do governo para a dinamização da economia, com destaque para a criação e promoção de oportunidades no meio rural, particularmente nas áreas com grande potencial produtivo, mas com limitações de acesso às janelas de financiamento.
A cerimónia, que contou com a participação de representantes do Fundo Internacional de Desenvolvimento Agrícola (IFAD), foi orientada pelo Ministro da Planificação e Desenvolvimento, Salim Valá, que na ocasião sublinhou que, embora seja um financiamento com taxas bonificadas, é importante que os beneficiários honrem com os seus compromissos.
“Quem vai buscar um financiamento, por mais bonificado que seja, é preciso que esteja ciente de que aquele financiamento tem de ser pago. Só assim é que este empreendedor vai se sentir empenhando em fazer com que a sua ideia de negócio dê certo”, frisou Valá.
Já o Presidente da Comissão Executiva do Moza Banco, Manuel Soares, assumiu, na ocasião, o compromisso de gerir com transparência e responsabilidade os fundos da Linha FARE.
“O Moza Banco assume com orgulho a responsabilidade a gestão desta financeira desta linha, sendo o intermediário entre os recursos disponibilizados e os beneficiários finais, e garante que cada metical aplicado esteja alinhado com critérios técnicos rigorosos e com os mais altos padrões de integridade e transparência. Através da avaliação criteriosa, do acompanhamento contínuo e do suporte próximo aos beneficiários, pretendemos assegurar que os projectos apoiados gerem resultados concretos e sustentáveis”, asseverou Manuel Soares.
À luz deste acordo, o Moza Banco renova o seu compromisso de continuar a Fazer Acontecer, transformando recursos em oportunidades e resultados que concorrem para desenvolver Moçambique.
A Bolsa de Valores de Moçambique (BVM) distinguiu recentemente os principais parceiros do mercado de capitais, numa cerimónia que destacou o desempenho das instituições e intermediários que contribuem para o crescimento e maturidade deste segmento. Segundo o Presidente do Conselho de Administração (PCA) da BVM, Pedro Cossa, o desenvolvimento do mercado de capitais depende da cooperação entre os intervenientes e da criação de pontes entre mercados nacionais e internacionais, sublinhando que “o mercado de capitais não prospera em ilhas isoladas”.
No contexto da retoma destes prémios, após quatro anos de interregno, o Moza Banco destacou-se como a instituição mais premiada na cerimónia, tendo sido reconhecido em duas categorias de destaque:
- Maior Emissão de Valores Mobiliários no Mercado Bolsista 2025
- Maior Patrocinador de Emissões Admitidas à Cotação no Mercado Bolsista 2025
De acordo com o Presidente da Comissão Executiva (PCE) daquela instituição financeira, Manuel Soares, estas distinções reflectem a capacidade do Moza Banco em apoiar empresas na diversificação das suas fontes de financiamento e na identificação de oportunidades de investimento, reforçando o seu papel estratégico no mercado de capitais nacional.
“Ser a instituição mais premiada nesta edição confirma que estamos a contribuir de forma concreta para a consolidação e maturidade do mercado de capitais em Moçambique”, afirmou o PCE do Moza Banco. “Mais do que prémios, estes reconhecimentos são um sinal de confiança que colocamos ao serviço dos nossos clientes e do desenvolvimento económico do país.”
Com estas conquistas, o Moza Banco reafirma o seu compromisso em apoiar empresas e investidores, promovendo transparência, inovação e crescimento sustentável no mercado financeiro moçambicano.
Uma comitiva do Moza Banco, liderada pelo Membro da Comissão Executiva, Jaime Joaquim, visitou esta segunda-feira, em Maputo, o Gabinete da Primeira Dama, Gueta Chapo, com o objectivo de manifestar apoio às iniciativas levadas a cabo por este Gabinete em prol das vítimas das cheias e inundações que, num passado recente, fustigaram a região sul do país, deixando dor e luta no seio de centenas que famílias.
Durante a ocasião, a equipa do Moza mostrou interesse em colaborar com o Gabinete da Primeira-Dama a vários níveis, a começar pelo apoio às várias iniciativas de carácter social levadas a cabo pelo Gabinete, em todo o país.
Houve ainda espaço para a entrega de um cheque simbólico para apoiar o Gabinete nas despesas associadas à compra de bens e produtos essenciais para prestar apoio às famílias que ainda estão alojadas nos vários centros de acolhimento, na sequência da destruição total ou parcial das suas residências, na sequência das chuvas.
Gueta Chapo manifestou, no encontro, abertura para colaborar com o Banco, saudando a visita e a manifesta vontade de ajudar os moçambicanos.
Já o Membro da Comissão Executiva, por seu turno, considerou a parceria estratégica e alinhada às iniciativas de responsabilidade social que o Moza Banco tem vindo a implementar, em todo o país.
“É para nós uma grande honra contribuir, simbolicamente, para o sucesso das iniciativas da primeira-dama. Todos nós conseguimos visualizar o impacto e a mudança positiva que estas iniciativas geram no seio das comunidades”, reforçou.
No âmbito do apoio às vítimas das cheias e inundações, o Moza Banco tem levado a cabo iniciativas diversas com considerável impacto nas famílias, destacando as áreas mais afectadas da região sul do país, com especial enfoque para os distritos de Mapai, Chicualacuala, Chigubo e Guijá, em Gaza, e Boane na província de Maputo.
Ciente de que toda a ajuda continua sendo necessária, o Moza continua a Fazer Acontecer na angariação de donativos e mobilização de parcerias com vista a reforçar as acções de solidárias inseridas no Movimento Solidário desencadeado em finais de Janeiro, desde a eclosão das intempéries.
