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Clube Moza lança projecto para a erradicação da pobreza menstrual nas escolas públicas
24/09/2024

O braço social do Moza Banco, o Clube Moza, lançou recentemente, um projecto solidário que visa apoiar cerca de seis mil raparigas vulneráveis que enfrentam dificuldades para garantir a sua plena higiene individual no período menstrual.

A partir deste projecto, com duração de dois anos, pretende-se garantir que as raparigas em situação de pobreza não se sintam obrigadas a abandonar a escola durante o período menstrual, salvaguardando assim o rendimento escolar.

A ser implementado em parceria com o Ministério de Educação de Desenvolvimento e Humano, o projecto Ciclo Solidário permitirá que os membros do Clube Moza, e outros parceiros como a fábrica de produção de óleo vegetal e sabão, FASOREL, doem kits de higiene menstrual sustentáveis e seguros em vários pontos do país, sendo o distrito de Guijá, na província de Gaza, a primeira região abrangida, já no próximo mês de Setembro.

Para além de doar kits de higiene, as colaboradoras do Moza que se identificaram com o projecto foram convidadas a assumir o papel de “madrinhas” e conselheiras de algumas das raparigas que beneficiarão da iniciativa, envolvendo-se no dia-a-dia destas adolescentes e concedendo, sempre que possível, apoio material e moral.

Para a Presidente da Comissão de Voluntariado do Clube Moza, Marta Manhique, o projecto concorre para a promoção de um ambiente escolar cada vez mais inclusivo que potencie a igualdade de oportunidades para homens e mulheres.

Permitam-me destacar a sustentabilidade deste projecto, uma vez que os pensos a serem oferecidos às raparigas são reutilizáveis, o que faz com que sejam descartáveis, evitando desta forma o lixo plástico que polui o ambiente com materiais que demoram séculos para se decomporem”, sublinhou Manhique.

Já a embaixadora da iniciativa, Samira Franco, apontou, na ocasião, a questão da pobreza menstrual como sendo um entrave para a materialização dos sonhos da rapariga.

Somos por uma sociedade cada vez mais inclusiva e pela redução das desigualdades sociais baseadas no género. Abraçamos esta causa na esperança de contribuir para uma redução e quiçá erradicação do abandono escolar da rapariga, porque, para nós, a pobreza menstrual é um inibidor de sonhos. Não é um problema dos outros, mas sim de toda uma sociedade, daí a necessidade de incentivarmos à consciencialização e participação de todos”, asseverou Samira Franco.

A concluir, o Presidente da Comissão Executiva do Moza Banco, Manuel Soares, elogiou a iniciativa, afirmando que “o Projecto Ciclo Solidário é um exemplo brilhante de como o Clube Moza está comprometido em fazer a diferença nas comunidades onde o Moza Banco opera. A iniciativa não só promove a saúde e o bem-estar das raparigas, como também fortalece a educação e, consequentemente, o futuro do país”.

A implementação deste projecto responde ao compromisso estabelecido pelo Clube Moza, enquanto membro da Parceria para a Saúde Materna, Neonatal e Infantil (PMNCH) – uma organização internacional criada para apoiar mulheres, crianças e adolescentes, a nível mundial.

Moza doa kits escolares a crianças carenciadas de Macharote
23/08/2024

Um total de 500 crianças vulneráveis da comunidade de Macharote, no distrito de Dondo, em Sofala, beneficiou, na última quarta-feira, de kits de material escolar e camisetes doadas pelo Moza Banco, no âmbito da implementação do seu programa de visita às províncias para acções de responsabilidade social e massificação da literacia financeira.

Com o apoio das autoridades locais, responsáveis do Moza escalaram a Escola Primária e Completa do Centro de Acomodação de Macharote para ministrar uma palestra sobre a necessidade de poupar e a importância do dinheiro para cerca de mil crianças que frequentam o ensino elementar naquela unidade educacional.

Simbolicamente, foram entregues, na ocasião, 50 kits a igual número de crianças, sendo que o remanescente (450 kits) chegará à comunidade num prazo não superior a 15 dias. A acompanhar o material, o Moza entregou 100 brochuras infantis da autoria do Banco Central, nas quais estão esmiuçados vários conceitos básicos sobre finanças, com ilustrações adaptadas para o público petiz. 

De acordo com o representante das Autoridades locais, António Mavila, a acção poderá mitigar as necessidades básicas das crianças abrangidas, no tocante a disponibilidade de materiais que facilitem o processo de ensino e aprendizagem.

Trata-se de uma comunidade com muitas carências, dai que toda ajuda é bem-vinda. A partir deste apoio, nós vamos facilitar a vida daquelas crianças que mais precisam, uma vez que os seus pais enfrentam ainda dificuldades para garantir que os filhos tenham as mínimas condições materiais para o pleno aproveitamento escolar”, destacou Mavila.   

O Moza, por sua vez, representado pelo seu Membro da Comissão Executiva (MCE), Jaime Joaquim, fez saber que o Banco quer continuar a ajudar as crianças de todo o país, ao mesmo tempo que incentiva bons hábitos de investimento e poupança.

O material a ser entregue faz parte de um rol de cerca de cinco mil kits de material escolar adquirido pelo Banco para doar a crianças carenciadas em vários pontos do país, sendo o próximo a ser abrangido o distrito de Guijá em Gaza, onde o Banco disponibilizará pelo menos 300 kits”, disse Jaime Joaquim, acrescentando ainda que as acções se enquadram num projecto de massificação da literacia financeira denominado “Conta com o Moza”. 

A concluir, o MCE do Moza sublinhou que o Banco continua a trabalhar com as autoridades governamentais na implementação de iniciativas e projectos que concorram para reduzir a vulnerabilidade das crianças, visando salvaguardar o futuro da nação.

O Moza acredita que só com a promoção da igualdade e equidade de oportunidades é que Moçambique pode se tornar uma nação forte, com cada vez mais pessoas a Fazerem Acontecer a mudança paradigmática. 

Clarisse Machanguana apela aos jovens atletas: “Mantenham-se na escola”
23/07/2024

O Moza Banco e o Ministério da Planificação e Desenvolvimento assinaram, esta segunda-feira, em Maputo, o protocolo que viabiliza a introdução da Linha FARE - um pacote de financiamento criado no âmbito do Fundo de Apoio à Reabilitação da Economia, através do qual se pretende financiar iniciativas de empreendedorismo no meio rural.

A iniciativa, inteiramente abraçada pelo Moza, insere-se nos esforços do governo para a dinamização da economia, com destaque para a criação e promoção de oportunidades no meio rural, particularmente nas áreas com grande potencial produtivo, mas com limitações de acesso às janelas de financiamento.

A cerimónia, que contou com a participação de representantes do Fundo Internacional de Desenvolvimento Agrícola (IFAD), foi orientada pelo Ministro da Planificação e Desenvolvimento, Salim Valá, que na ocasião sublinhou que, embora seja um financiamento com taxas bonificadas, é importante que os beneficiários honrem com os seus compromissos.

“Quem vai buscar um financiamento, por mais bonificado que seja, é preciso que esteja ciente de que aquele financiamento tem de ser pago. Só assim é que este empreendedor vai se sentir empenhando em fazer com que a sua ideia de negócio dê certo”, frisou Valá.

Já o Presidente da Comissão Executiva do Moza Banco, Manuel Soares, assumiu, na ocasião, o compromisso de gerir com transparência e responsabilidade os fundos da Linha FARE.

 

“O Moza Banco assume com orgulho a responsabilidade a gestão desta financeira desta linha, sendo o intermediário entre os recursos disponibilizados e os beneficiários finais, e garante que cada metical aplicado esteja alinhado com critérios técnicos rigorosos e com os mais altos padrões de integridade e transparência. Através da avaliação criteriosa, do acompanhamento contínuo e do suporte próximo aos beneficiários, pretendemos assegurar que os projectos apoiados gerem resultados concretos e sustentáveis”, asseverou Manuel Soares.

À luz deste acordo, o Moza Banco renova o seu compromisso de continuar a Fazer Acontecer, transformando recursos em oportunidades e resultados que concorrem para desenvolver Moçambique.

Moza e FDC discutem os desafios da economia mundial ancorados à sustentabilidade
24/06/2024

O Moza acolheu, esta quinta-feira, 20 de Junho, pelo segundo ano consecutivo o debate sobre os desafios da economia mundial e o seu impacto para Moçambique, num encontro que contou com participação de especialistas internacionais da quinta maior escola de negócios do Mundo, a Fundação Dom Cabral.

As abordagens propostas nas discussões roçaram a componente da biodiversidade, um tema cada vez mais em voga na agenda mundial, trazido ao encontro pelo ambientalista Carlos Serra, que se predispôs a apresentar a temática sobre a “Sustentabilidade Ambiental como Pilar da Resiliência Económica: Desafios e Oportunidades para Moçambique”. 

Entre os oradores principais, figurava Marcos Troyjo, um académico da Universidade de Oxford, com experiência de liderança, na frente de instituições renomadas brasileiras e internacionais, com destaque para o facto de ter sido o primeiro ocidental a dirigir um organismo internacional, sediado na Ásia, e também o primeiro brasileiro a presidir um Banco multilateral de desenvolvimento.

Troyjo que discutiu sobre os desafios da economia mundial em 2024, novas oportunidades para as economias emergentes, destacou, dentre vários factos o crescimento da população mundial e o papel de África nas novas dinâmicas mundiais.

De acordo com Marcos Troyjo, o continente africano, muito particularmente Moçambique e os países da africa subsaariana, devem estar prontos para responder às necessidades do mundo, “explorando o seu vasto potencial em benefício da sua própria economia, gerando cada vez mais riquezas para o país e para as populações”.   

Já Carlos Serra, por seu turno, entende que não existe desenvolvimento sem a observância dos preceitos básicos da sustentabilidade.

Segundo Serra, só com seres humanos cada vez mais conscientes sobre o ecossistema é que se podem desenvolver e implementar políticas amigas do ambiente, “capazes de conciliar o crescimento económico e a protecção da biodiversidade”.

Ainda na ocasião, o Presidente do Conselho de Administração do Moza, João Figueiredo, deixou claro aos presentes que o Banco, afinal, também está engajado na protecção do ambiente, implementando acções concretas para minimizar o impacto das mudanças climáticas. 

Entretanto, o Presidente da Comissão Executiva do Moza, Manuel Soares, fez do momento uma oportunidade para celebrar os 16 anos do Banco, valorizando o engajamento dos colaboradores para o sucesso do Moza.

A conferência sobre os sobre os Desafios da Economia Mundial em 2024 e o seu Impacto para Moçambique teve também a participação do Embaixador do Brasil, Ademar Seabra Júnior e da representante da Fundação Dom Cabral (FDC), Viviane Barreto.

Na senda do encontro, foi, ainda, assinado um Memorando de Entendimento entre o Moza e a FDC para a viabilização de um programa educacional denominado “Pra Frente” através do qual as Pequenas e Médias Empresas nacionais, que trabalham com o Moza, beneficiarão de formações e capacitações em matérias de empreendedorismo e gestão.

Moza junta-se a Clarisse Machanguana para apoiar raparigas vulneráveis
14/06/2024

Teve lugar ontem, quinta-feira, em Maputo, a conferência de imprensa para o lançamento da campanha institucional do Moza Banco, através da qual o Moza reafirma a sua posição enquanto Banco que acredita e aposta em Moçambique e nos moçambicanos.

Na ocasião, o Banco estabeleceu uma parceria com a Fundação Clarisse Machanguana (FCM), uma organização que trabalha activamente para o empoderamento da Mulher e da Rapariga, sobretudo àquelas em situação de vulnerabilidade.

O encontro com jornalistas e parceiros do projecto serviu igualmente como plataforma para o reconhecimento público do percurso da Clarisse Machanguana, com destaque para a sua trajectória internacional, tendo sido a primeira moçambicana a jogar na maior liga de basquetebol do mundo: a WNBA.

A partir do acordo estabelecido entre o Moza e a FCM dar-se-á eco a uma campanha de angariação de fundos que deverá beneficiar a Fundação, potenciando oportunidades no desporto e na educação, visando jovens e raparigas carenciadas, em todo o país.

Durante a sua intervenção, Clarisse Machanguana sublinhou o facto de o projecto da Fundação contemplar adolescentes e jovens sonhadoras que enfrentam desafios que ela própria um dia encarou.

Também já fui jovem e no meu percurso enfrentei barreiras diversas, dai que o percurso das meninas que a fundação apoia é muito parecido com o meu. Para mim é extremamente satisfatório ver os resultados do que estamos a fazer. Por isso quero mais uma vez reiterar que a ajuda de todos é fundamental para o sucesso deste projecto”, apelou Clarisse Machanguana.

Para o Presidente da Comissão Executiva do Moza, Manuel Soares, os êxitos que têm sido alcançados através do projecto da Clarisse atestam o poder transformador do desporto e da educação, no processo de edificação de uma sociedade mais equitativa, na qual a mulher sonha e Faz Acontecer.

Para nós é um dever e ao mesmo tempo um privilégio apoiar causas que impulsionam o progresso e o desenvolvimento sustentável da nossa nação, muito particularmente o da Mulher. Eu saúdo a todos que acreditam no poder da transformação social, muito particularmente às instituições que se identificaram com este projecto e se juntaram a nós nesta jornada que pretender Fazer Acontecer o sonho da jovem mulher moçambicana”, disse Manuel Soares, tendo de seguida agradecido os actuais parceiros da campanha, nomeadamente a Rádio Moçambique, Televisão de Moçambique, Sociedade de Notícias e Hotel Meliã.

Com o objectivo de enaltecer a mulher, contribuindo para que esta acredite no seu potencial e materialize os seus sonhos, o Moza definiu 2024 como sendo o ano da Mulher Moçambicana, pelo que desde o seu arranque o Banco têm estado a materializar várias iniciativas em prol da Mulher, com destaque para o projecto Moza Women.