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Moza Banco propõe estratégias conjuntas Para ampliar o acesso aos serviços financeiros no país
22/12/2025

O Moza Banco manifesta abertura para trabalhar com o Estado e outras instituições financeiras com vista a permitir a implementação de estratégias que facilitem a inovação, inclusão e uma maior abrangência dos serviços bancários em Moçambique.  

O posicionamento foi publicamente reafirmado, esta quarta-feira, em Maputo, na Conferência BFSI - Mozambique Banking Financial and Insurence, que este ano é realizada sob o mote: Transformação Digital e Ecossistema Financeiro Interoperável.

Convidado a participar do painel “Papel das carteiras electrónicas, plataformas de pagamento, seguros, fundos de pensão e instrumentos de crédito digital no reforço da inclusão económica e na redução da informalidade”, Stélio Matias, Director de Sistemas de Tecnologias de Informação do Moza Banco, reforçou a importância da junção de sinergias sectoriais que permitam, não só a facilitação de processos, mas acima de tudo a segurança permanente dos clientes.  

“Numa altura em que o rápido crescimento da tecnologia está a moldar as dinâmicas do futuro, consideravelmente influenciado pelo advento da inteligência artificial, o Moza Banco olha para o sector financeiro como sendo um dos mais requerentes de inovação, sobretudo pela sensibilidade e necessidade de protecção permanente de dados dos clientes”, disse Matias.

Ainda na ocasião, a fonte destacou os passos que o Banco tem estado a dar no tocante à inovação, destacando a melhoria dos seus processos e sistemas de trabalho, com vista a permitir que os clientes tenham serviços cada vez eficientes e disponíveis para responder às suas necessidades.

Sendo um dos cinco maiores bancos nacionais, com uma das maiores redes de balcões em todo o país, o Moza continua a consolidar a sua contribuição no mercado a vários níveis, com destaque para o crescimento em número de clientes, transacções e inovações.

Abrindo as portas para trabalhar com parceiros públicos e privados, incluindo entidades concorrentes, o Banco acredita que beneficia ainda mais os moçambicanos, garantindo que o país disponha de serviços bancários de excelência e que sejam internacionalmente competitivos.  

Concurso de redacção financiado pelo Moza Banco premeia talento infantil em Chókwè
14/11/2025

Três crianças da Escola Santa Luísa de Marilac, no distrito de Chókwè, província de Gaza, viram o seu talento reconhecido e premiado no âmbito de um concurso de redacção promovido pela Organização Não-Governamental Um Pequeno Gesto (UPG), com o apoio do Moza Banco. A iniciativa teve como objectivo incentivar o desenvolvimento de habilidades de escrita e reflexão em tenra idade.

Criado sob o mote “Saber Sonhar o Amanhã”, o concurso desafiou as crianças a produzirem textos sobre a importância de poupar — não apenas dinheiro, mas também recursos finitos como água, energia e papel —, em alinhamento com as celebrações do Dia Mundial da Poupança, assinalado recentemente.

Com mais de 50 textos submetidos, o pódio foi inteiramente composto por raparigas cujos trabalhos conseguiram traduzir de forma exemplar a mensagem do concurso: Dinalva Chaúque, Edvânia Mutisse e Clarência Novela, que conquistaram o primeiro, segundo e terceiro lugares, respectivamente.

Mais do que o prémio monetário, as três alunas conseguiram, através das suas redacções, inspirar toda a comunidade escolar, transmitindo mensagens de esperança e confiança num futuro melhor.

Segundo Sara Barreto, Presidente e Fundadora da UPG, “as crianças demonstraram grande interesse em temas ligados à poupança e à valorização dos recursos. Queremos que aprendam, desde cedo, que poupar é acreditar num futuro melhor. Este concurso é uma forma de inspirá-las a sonhar e a transformar esses sonhos em grandes conquistas.”

Por sua vez, o Presidente da Comissão Executiva (PCE) do Moza Banco destacou que a iniciativa se enquadra no projecto “Saber Sonhar o Amanhã”, através do qual o Banco promove actividades educativas e artísticas voltadas para a poupança e a sustentabilidade, complementadas por acções de apoio a crianças em idade escolar.

“O projecto começou no ano passado com a criação de uma peça teatral infantil que está a ser disseminada em todo o país. Paralelamente, temos doado material escolar para garantir que as crianças não desistam de estudar por falta de recursos. Já entregámos mais de 1.500 kits nas três regiões do país e queremos continuar a Fazer Acontecer, abrangendo cada vez mais comunidades moçambicanas”, explicou o PCE.

Fundada em 2004, a UPG tem apoiado várias comunidades da província de Gaza, promovendo a melhoria das condições de vida de crianças e famílias. Desde 2019, o projecto conta com o apoio do Moza Banco, impactando mais de mil crianças.

 

Moza e ACAMO juntam-se pela inclusão das pessoas com deficiência visual
24/10/2025

O Moza Banco participou, recentemente, das cerimónias centrais de celebração do Dia Internacional da Bengala Branca, apelando para que a sociedade moçambicana se torne cada vez mais empática e solidária, por forma a reduzir a vulnerabilidade de todos os grupos sociais.

O encontro, que teve lugar em Maputo, foi organizado pela Associação dos Cegos e Ambliopes de Moçambique (ACAMO) e reuniu vários parceiros individuais e colectivos que reconheceram a necessidade de alargar o debate sobre os desafios enfrentados pelas pessoas com necessidades especiais, em particular os deficientes visuais.

Na ocasião, o Moza Banco procedeu a entrega simbólica de dezenas de Bengalas Brancas, como forma de facilitar a mobilidade de alguns dos membros da ACAMO que carecem desta importante ferramenta para a sua independência motora. 

Durante a sua intervenção, a activista social Gabriel Mussanhane, co-organizadora do evento, convidou a todos os presentes a liderarem as acções de promoção dos direitos da pessoa com deficiência, “como forma de contribuírem para uma maior busca pela igualdade de oportunidades, no país”. 

De acordo com Ayaz Mohammed, representante do Moza no encontro, o Banco vai continuar a apoiar grupos vulneráveis, contribuindo para um Moçambique cada vez mais justo e equitativo.

“O lema escolhido para as efemérides deste ano: ‘Bengala Branca promovendo a mobilidade independente e segura’ é por si, um grande holofote que deve nos permitir olhar para as pessoas com deficiência como seres resilientes que buscam constantemente ultrapassar as vicissitudes e obstáculos que se impõem ao longo do caminho. Em nome da família Moza, gostava de reforçar a nossa abertura para continuar a trabalhar com a ACAMO e seus parceiros para que possamos juntos Fazer Acontecer a mudança social necessária rumo a um futuro cada vez melhor”, acrescentou Mohammed.

O Moza Banco orgulha-se por ser o Banco que está sempre presente e a apoiar os moçambicanos, independentemente das suas características ideológicas, físicas ou de qualquer outra natureza. Enquanto parte do DNA nacional, o banco continuará firme na defesa dos direitos e interesses de todos os grupos sociais, com destaque para os mais vulneráveis. 

Moza patrocina lançamento da obra vencedora do prémio Fernando Leite Couto 2025
15/10/2025

Foi recentemente lançada, com o apoio do Moza, a obra vencedora do Prémio Fernando Leite Couto, edição 2025, da autoria do jovem escritor moçambicano Zacarias Nguenha, que já se encontra em Portugal para beneficiar de um entrosamento literário promovido pela Câmara Municipal de Óbidos.

De acordo com a equipa de avaliação, a obra de Zacarias Nguenha, intitulada Costurar a Linguagem, “associa de forma apelativa os elementos universais que vêm ganhando uma dimensão nova da linguagem poética, explorada como matéria viva construída, criando uma poesia ao mesmo tempo física e abstracta”.

Durante a cerimónia de lançamento, o autor expressou a sua satisfação com a menção recebido, e acima de tudo pelo facto de já poder ver a sua criação disponibilizada para leitores nacionais e estrangeiros.

“Custa-me ainda a acreditar que venci o Prémio Literário Fernando Leite Couto, enquanto jovem que vive num distrito como Sussundenga, onde não temos bibliotecas e o acesso aos livros é escasso. Agora com a publicação do meu livro, já há pelo menos um livro garantido no meu distrito. Quem sabe assim é possível promover mais projectos que permitam que os livros cheguem a Manica. Quem sabe posso influenciar para que haja bibliotecas e que os mais novos possam se inspirar”, disse Zacarias Nguenha.

Já o Presidente da Comissão Executiva (PCE) do Moza, Manuel Soares, congratulou, na ocasião, o jovem autor pela forma como decidiu partilhar um pouco de si com arte e qualidade.

“Zacarias Nguenha demonstrou, com esta obra, que a literatura é um espaço onde se tecem vozes, memórias e experiências, transformando palavras em caminhos de reflexão. O seu trabalho representa a ousadia de quem não tem medo de experimentar, de desafiar e de provocar, e é isso que torna a sua escrita tão relevante”, disse Manuel Soares.

O PCE acrescentou ainda que, “para o Moza Banco, apoiar iniciativas como o Prémio Literário Fernando Leite Couto é também investir no futuro. É acreditar que a cultura e as artes são vectores de transformação social que ampliam horizontes e despertam a intelectualidade”.

Ao patrocinar a publicação desta obra premiada, o Moza Banco reafirma a sua vontade de continuar a apoiar o desenvolvimento literário dos moçambicanos, garantindo que haja espaço para que cada vez mais jovens se permitam acreditar, sonhar e Fazer Acontecer um futuro cada vez melhor.