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Moza alcança Break Even e fecha ano de 2020 com resultado líquido de 146 milhões de Meticais
21/04/2021

No exercício de 2020 o Moza Banco obteve um resultado líquido positivo de 146 milhões de meticais contra 776 milhões de meticais negativos em 2019, consolidando a sua posição de Banco referencia do sistema financeiro Moçambicano e reforçando a confiança dos seus clientes e demais stakeholders.    

Este resultado apurado, foi apresentado pelo Conselho de Administração no passado dia 20 de Abril na assembleia geral ordinária do Banco onde os accionistas aprovaram o Relatório de Gestão e as Demonstrações Financeiras referentes ao exercício de 2020.

Apesar do contexto adverso, o Banco manteve o seu registo de recuperação e crescimento, fruto da confiança que os clientes e o mercado têm vindo a reafirmar em relação à sua  actividade e desempenho. Esta parceria, que tem vindo a ser  consolidada com os demais stakeholders do Banco, ficou evidenciada nos índices de crescimento que o banco apresentou relativos à sua actividade durante o exercício em apreço – crescimento do seu activo em 14%, crescimento dos recursos em 20%, e um ligeiro crescimento da carteira de crédito em 1%.   Esta trajectória estratégica, que tem vindo a ser desenvolvida nos últimos 3 anos e meio,   após a profunda reestruturação operacional, saneamento financeiro e reconfiguração da estrutura de capital - resultante da intervenção do Banco Central - fica agora ainda mais bem ilustrada com o alcance do seu Break Even.  O ano de 2020 marca ainda uma representatividade significativa em termos de quotas de mercado – activos 6,1%, depósitos 6,1% e crédito 10,3% - consolidando assim o Moza Banco como um Banco referência do sistema financeiro moçambicano.

Em relação ao exercício de 2020, o PCA do Moza Banco, João Figueiredo, afirma: “demonstrámos uma forte capacidade de superar dificuldades, ampliar a geração de receitas, mantendo a solidez de balanço e uma situação de liquidez confortável”.

Como consequência do aumento do envolvimento financeiro com os seus clientes e rigorosas práticas de gestão prudencial o Banco apurou no final do ano transacto um rácio de liquidez de 42,5 %, acima do indicador  regulamentarmente estabelecido  de 25,%. O Banco termina ainda o ano de 2020 com um rácio de solvabilidade de 14,83%, superando o mínimo de 12% definido pelo Banco de Moçambique.

O  Banco continua a expandir a sua base de clientes, tendo captado 25 mil novos clientes em 2020 e registado um crescimento significativo das transacções nos canais digitais, tendo crescido 21% no canal USSD , comparativamente a 2019, num ano definido pela necessidade dos seus clientes de interagirem fora do espaço físico das agências.

Como corolário deste nível de desempenho, o Moza Banco apresenta em 2020 uma melhoria significativa dos índices de rendibilidade e eficiência, comparativamente ao igual período de 2019. A rendibilidade de capitais próprios (ROE) e rendibilidade dos activos (ROA) situaram-se em 1,87% positivos (2019: 9,07% negativos) e 0,31% positivos (2019: 1,85% negativos), respectivamente.

O PCA do Moza Banco, João Figueiredo, destacou ainda a ampliação da rede de distribuição, com a abertura de 11 novas agências em distritos até então não bancarizados, “temos neste momento uma rede de 70 agências bancárias e acelerámos o nosso programa de banca à distância, através de um conjunto de iniciativas, das quais se destacam a interoperabilidade das carteiras móveis, o POS virtual e o lançamento de uma nova plataforma tecnológica já em 2021.

Num ano marcado, em termos económicos, pelo impacto da pandemia do Covid-19, o  Moza Banco comprovou com estes resultados a sua resiliência e inicia o ano de 2021 com um balanço mais robusto e confiante, num quadro em que se aguarda que a economia Moçambicana supere as vicissitudes do efeito negativo da pandemia e progressivamente crie  as condições de retoma da actividade económica tão aguardada por todos os seus clientes.

Moza Banco lança 1ª Edição do Prémio de Jornalismo
06/04/2021

O Moza Banco, lançou esta segunda-feira, dia 05 de Abril, o Prémio Jornalismo Moza Banco – 1ª Edição, com o tema: “Violência baseada no género em tempos da Covid-19”. Este concurso tem como objectivo incentivar os profissionais de comunicação social a investigar, produzir e publicar artigos sobre a violência do género, e premiar a excelência no âmbito da actividade jornalística na área social. A distinção dos melhores trabalhos publicados na Comunicação Social nacional abrange três categorias, nomeadamente, Imprensa Escrita, Rádio e Televisão.

Poderão concorrer a este prémio trabalhos originais de jornalistas profissionais, ou colectivo de jornalistas, devidamente assinado e que tenham sido publicados/emitidos, em língua portuguesa, num órgão registado de comunicação social moçambicano entre 1 de Junho de 2020 a 31 de Outubro de 2021 e que retractem a violência doméstica nas suas várias vertentes.

O Presidente do Conselho de Administração do Moza Banco disse que, “com esta iniciativa, esperamos contribuir para uma maior divulgação e consciência sobre o tema da violência de género, bem como a promoção de uma sociedade de pluralismo, tolerância e cultura de paz, numa harmoniosa igualdade de direitos entre homens e mulheres”.

A inspectora-geral do ministério do Género, Criança e Acção Social, Carlota Mahai,  em representação da ministra Nyeleti Mondlane, começou por agradecer o convite do Moza Banco, tendo em seguida  dito que, “o concurso jornalístico, que hoje é lançado, demonstra que o sector privado tem a responsabilidade social de contribuir para a construção de uma sociedade de respeito pelos direitos humanos e livre da violência baseada no género, reconhecendo o papel fundamental que a comunicação social desempenha neste processo. Esperamos igualmente, que com este concurso, sejam produzidos artigos que permitam melhorar a percepção sobre os contornos da violência baseada no género especialmente neste período em que nos deparamos com a pandemia da COVID-19”.

O evento serviu igualmente para homenagear o jornalista Francisco Júnior pela sua contribuição, entrega, e empenho na produção de artigos sobre os direitos humanos e género. A homenagem consistiu também numa oferta monetária servir de estímulo no desenvolvimento do seu trabalho. Para além da homenagem houve também uma oferta monetária para incentivar o seu importante trabalho jornalístico.

O Moza Banco tem implementado acções de valorização da mulher tendo associando-se a entidades como o MUVA, com o objectivo de promover o empoderamento económico da mulher através de uma plataforma que junta mulheres empreendedoras de diversos ramos de actividade, para a partilha de experiências, networking e divulgação de oportunidades de negócio; muito recentemente juntou-se ao projecto Freestyle Talkz numa programação especial dedicada à Mulher.

Moza Banco junta-se à Freestyle Talkz para celebrar o mês da Mulher
16/03/2021

No âmbito da celebração do Mês da Mulher, o Moza Banco juntou-se ao projecto Freestyle Talkz numa programação especial dedicada à Mulher.

Esta iniciativa tem como objectivo ligar pessoas, partilhar histórias e experiências de Mulheres Empreendedoras através de transmissões em directo nas redes sociais de 08 de Março a 07 de Abril próximo.

Os temas são variados, sempre no feminino e com oradoras convidadas dos quatro cantos do mundo.  Os lives serão nos dias 8, 12, 19, 26 de Março, e  2 e 7 de Abril, sempre a partir das 19h, e contam com a participação de ilustres convidadas, como Mody Maleane, Nagáina Sara, Ancha Salvador, Karina Jamal, Nereyda  Ah – Hoy, Andra Massamba entre outras.

Para assistir e  participar, basta aceder às redes sociais do Moza Banco e encontrará toda a informação necessária.

Este projecto enquadra-se no âmbito do comprometimento do Moza na promoção da equidade de Género e valorização da Mulher, importa referir que o Banco decidiu em 2020, mais uma vez, juntar-se à plataforma MUVA para fazer uma campanha contra a violência baseada no género em tempo de confinamento, resultante do novo Coronavírus.

Denominada “Género em Tempos da Covid-19”, a campanha tinha como objectivo apelar às famílias que ficar em casa, deve se traduzir na sua união e não em violência doméstica, seja ela verbal ou física.

Moza, o banco que dá às mulheres, todo o seu valor!

Moza Banco doa ao HCM a 1ª máquina cirúrgica para tratar centenas de crianças
15/03/2021

O Moza Banco doou uma máquina de Lazer CO2 para o Hospital Central de Maputo. Esta iniciativa surge pelo facto de existirem em Moçambique centenas de crianças que enfrentam grandes dificuldades devido à doença Papilomatose Laríngea.

A Papilomatose Laríngea é uma doença pouco conhecida em Moçambique, que ataca centenas de crianças. A cura para esta doença depende de um processo denominado traqueostomia . O principal objetivo deste processo é servir como uma alternativa segura para que o indivíduo faça um ciclo respiratório através de outro meio. A única contraindicação para a realização do procedimento é a alteração homeostática.

As crianças  que sofrem desta doença têm muitos problemas, nomeadamente, perda do timbre de voz,  obstrução da cânula traqueal, tosse e secreções, etc. Todos estes sintomas limitam estas crianças de ter uma vida normal, e de fazer actividades normais como correr, brincar, tomar banho, ir à escola, entre outras.

Sensibilizado com esta situação, o Moza Banco, no âmbito da sua Responsabilidade Social, decidiu doar a máquina de Lazer CO2 ao Serviço de Otorrinolaringologia do Hospital Central de Maputo para ajudar no tratamento desta doença.

“Decidimos responder a este pedido que nos foi feito para apoiar na luta desta terrível doença e salvar a vida de muitas crianças do nosso país”, explicou o Presidente do Conselho de Administração do Moza Banco, Dr. João Figueiredo,

Recorde-se que recentemente, o Moza Banco apoiou também o Hospital Geral de Mavalane e o Instituto do Coração com o objectivo de apoiar no atendimento e tratamento de doentes com Covid-19.

Moza Banco emite 7.500.000 USD em obrigações para apoiar novos negócios em Moçambique
11/03/2021

O MOZA BANCO procedeu no último dia 01 de Março, à emissão de um empréstimo obrigacionista, por subscrição particular no montante de USD 7.500.000 (sete milhões e quinhentos mil Dólares Norte Americanos), com cupão variável indexado à LIBOR USD a 6 meses adicionada de um spread de 5,5%, com vencimento em 2025 e integralmente subscrita pela ARISE BV.

Para o PCA do MOZA BANCO, Dr. João Figueiredo esta operação representa um marco importante para o banco, "Com esta emissão, o Moza Banco torna-se o primeiro Banco no mercado financeiro nacional a emitir obrigações em moeda estrangeira, sob o contexto regulamentar que orienta a emissão de títulos no país".

Para o PCA da ARISE, Dr. Deepak Malik, este investimento solidifica ainda mais o seu compromisso e apoio contínuo ao MOZA BANCO no seu processo de crescimento sustentável e de rentabilidade. "As obrigações emitidas pelo banco contribuirão para o aumento da capacidade no apoio à actividade das empresas moçambicanas, o que está directamente alinhado com o objectivo do ARISE de estabelecer parcerias com fornecedores locais de serviços financeiros para promover a inclusão financeira em África".

O MOZA BANCO continua a impulsionar o seu negócio com base na promoção e fornecimento de uma oferta de valor integrada e segmentada de produtos e serviços financeiros, com o objectivo principal de promover relações estreitas ajustadas às necessidades dos seus clientes.

Esta emissão, organizada e montada pela Direcção de Banca de Investimento do MOZA BANCO assenta no plano estratégico do Banco, e na reestruturação e estabilização do balanço, dotando-o de robustez de passivos de médio e longo prazo.